domingo, 31 de agosto de 2008

Há algo de podre no reino do Judiciário!

Eu fico me perguntando o que poderia levar um ser a mandar soltar o banqueiro Daniel Dantas e o empresário Naji Nahas? E mais, como pode atrapalhar uma operação que estava prestes a fazer um encerramento histórico no país? Quatro anos perdidos e a operação Satiagraha* foi aos ares com três delegados afastados e um inquérito contra o Juiz Fausto de Sanctis. Tudo por ordem de quem??? Sim, do presidente do Sun Prêmio Federal.
Mendes tá mesmo achando que estar no Supremo é reinar de forma livre e a bel prazer. É ter o sol como prêmio. As coisas então mudando, meu caro. E o velho ditado de sempre: quem não deve não teme (e não tema). Que exista a investigação!
Assim, acredito que minha prece (e de tantos outros brasileiros, imagino) foi escutada, a ABIN resolveu investigar: Escutar Mendes, primeira tarefa. Daqui uns dias, Filmar Mendes e que em breve Gilmar Mendes saia fora, pois se o máximo da Justiça manda soltar por DUAS VEZES um ladrão é por que tem algum envolvimento.
Só sei que há algo de podre no Reino do Judiciário... e vai ser b... para tudo que é lado.
*busca da verdade.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Amélia é que 'era' mulher de verdade!

Zuando com a bebê da revisão, relembrando os tempos do super gêmeos ativar e uau! e não é mesmo que os nossos desenhos eram melhores que esses de hoje?! Em compensação quando lembro do Clube do Bolinha. Lembram? “Bo-bo-bolinha, está na hora de você entrar na linha...”. Tinha até quadro de transformistas. Não sei como os caras conseguiam esconder os bagos, sei de uma coisa, era perceptível que eram homens, pescoços grossos em corpos afinados. Hoje em dia estão mais espertos e enganam mesmo. O Ronaldo Fenômeno, não percebeu. Meu amigo Lu não percebeu. O Adriano não percebeu. E é nessa hora é que vejo, como é bom ser mulher! A Amélia que tá contigo é mesmo mulher de verdade?

Agora batizada! (roubaram meu celular!!!)

Ok, só porque eu prometi nesse inverno não usar a minha super-mega jaqueta de pantera cor-de-rosa com lã de carneiro os ventos resolveram mudar de lado... e São Paulo resolveu me batizar. Tá bom, sei que não foi culpa da falta da jaqueta companheira de inverno, mas então alguém aí, em sã consciência poderia me explicar???? A culpa é de quem??? Por que roubam celular de pobre??? O coitadinho não valia nem cinqüentão. Mas é isso aí, fui batizada... já sabia que o primeiro roubo (de celular ou qualquer outra coisa) mais cedo ou mais tarde iria acontecer. E aconteceu! Aiaia. Agora: gata escaldada. Não me roubam mais (eu acho). E uma colega de trabalho advertiu (tarde demais), não se usa celular no centro de Sampa, nem nos ônibus... tem muito malandro. Jura??? Então, para que serve mesmo o celular, para falar em casa??? Nos tempos de telesp era bem mais fácil.
(junho/2008).

sábado, 31 de maio de 2008

De vida paulistana

Vida nova em Sampa, vida paulistana, vida corrida e o blog ficou à mercê. Trabalho até às 22h, vírus no computador devido aos acessos a sites pornográficos que meu irmão sabe Deus insistia em acessar. Juro que não vou tentar entender certos comportamentos dos homens, pois sei que não os entenderei. Que importa que o PC voltou a funcionar, está novo em folha.Para escrever novidades? Nem são tantas assim. Houve declaração de amor e mudança de cidade. A primeira não surtiu efeito e a segunda novidade ainda em processo.
Bem, amor prossegue e a vida nos três primeiros meses em Sampa tem se resumido a trabalho, livros e roda de choro. Não vou comentar do trabalho, seria maçante; os livros (bons) são tesouros e assim, com a Menina que Roubava Livros até pude aprender um pouco de alemão e com a Evolução pude conhecer um pouco de Sampa e um pouco do autor e amigo Walter Z. Jr.; já as rodas de choro é que venho aprimorando a arte de fazer amizades e também de quebra conhecendo grandes nomes da música brasileira. A enigmática Inah foi uma delas – vencedora do prêmio TIM revelação. Sambista alegre que não tem vergonha de dizer que até pouco tempo trabalhou para a prefeitura da cidade varrendo as ruas de São Paulo. E não poderia deixar de mencionar o moço Felipe arcodeonista e pianista.
Bom começo! Que o vento assim continue.
(início de abril/2008)

Confessionário

Há pouco tempo uma confissão! Como pude confessar-lhe algo que não queria confessar nem a mim mesma? Sim, eu disse “eu te amo”, e é a pura verdade! Gostaria que fosse a moda Jorge Amado, não é você quem disse que meu amor parece romance de J. Amado? Mas será que já leu algumas de suas obras?
No romance do baiano, tudo é possível e também as personagens acabam bem e então nosso é um romance jorgiano às avessas. Uma despedida que ousou dizer que não era despedida. Quis “adeus” e você deixou claro que era “até breve”. Até breve???
(março/2008)