segunda-feira, 27 de junho de 2011
Ex-balzaquiana (ou crise existencial)
No começo do mês deixei ser balzaquiana, e entrei então em uma nova crise existencial, aiaiia. O que é pior: ser balzaquiana ou deixar de ser???
sábado, 9 de abril de 2011
A freira da Autonomista
Freira mesmo! E não feira.
Um tanto impossível uma feira na Av. dos Autonomistas, em Osasco, via movimentadíssima e palco nesta última quinta de uma cena digna de "Mudança de hábito" (o filme que tem a Whoopi Goldberg como atriz principal; a da foto).
Estaria sendo gravado na grande São Paulo a versão terceira do filme? Não mesmo! Duplamente "ainda bem", uma porque seria o maior caos no já caótico trânsito da cidade, duas porque não aguentaria o terceito filme da série.
Mas voltando a freira da Autonomista, e não é que ela ia pela avenida quebrando toda uma ética que envolve essas mulheres religiosas (pessoas que praticam o bem, que devem servir de exemplo para uma sociedade, e mais os tributos cristãos que não convém colocar aqui). A "senhorazinha" cruzou a avenida com um "furgãozão", impediu três vias de prosseguirem o seu curso, inclusive a principal. Dirigiu uns 200 metros na contramão, entrou na via local na velocidade de uns 10 km/hora, e indiferente as buzinas que soavam insistentemente se foi... com seu hábito.
A desculpa do princípio (ou a falta deste)
Embora seja de praxe eu escrever todo início de ano, dando as boas-vindas ao ano que se inicia, como percebido comecei este 2011 um tanto relapsa. Deixei para escrever depois do carnaval... afinal de contas as coisas não costumam começar depois deste? Este não! Talvez porque carnaval em março não combine, ficaria mesmo horrível cantar "em março tem carnaval". E, não é que o ano começou, então, no começo (desculpem-me o pleonasmo), ou seja, começou em janeiro e não depois do carnaval "marciano".
O ano de 2011 inicia-se com uma presidenta assumindo o país e uma blogueira (que horrível esse termo!) sem escrever um texto sequer.
Devo pedir perdão? Perdão.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Álvares de Azevedo na Casa das Rosas!
Evidentemente caríssimos que não veremos Álvares de Azevedo lá na Casa da Rosas, e sim teremos a leitura teatral de seus contos macabros, com fragmentos de Macário.
Aos que amam literatura, vale a pena conferir; aos que não amam (ainda), confiram e depois postem aqui seu amor por ela... não tem como não se apaixonar pelos contos azevedianos.
Datas:04 e 11/12 (sáb.) às 20h e
15 e 12/10 (dom.) às 19h.
Obs.: A famosa Casa fica na Av. Paulista nº 37.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Cabides no telhado
Mais uma eleição e eu havia prometido a mim mesma não comentá-la, mas como sabem... eu não aguento ficar quieta. Falar novamente das hilaridades? Não. Fiz isso na eleição passada, nesse mesmo blog. O hilário já perdeu a graça.
Vamos falar sério: o que a mulher pera, candidata pelo PTN, fez ou fará pelo país? Rebolar em frente às câmaras não vale, afinal de contas com isso ela só ajuda o próprio bolso (ops... aquelas roupinhas não têm bolsos), a grana vai para a conta bancária da moça e não para a educação.
Até porque se fosse para a educação não teríamos tantas mulheres se prestando a papéis vulgares como se vê hoje nas redes de televisão brasileira.
Quanto ao Tiririca,candidato do PR, a pergunta que não quer calar: o que ele fez ou pretende fazer pelo povo? Fez e pretende faz rir? Vota nele quem tem titica e não é preconceito por causa das músicas dele, que para mim são horríveis (respeito quem gosta, afinal, gosto é gosto).
A volta do pão (ops... pera) e circo? Não, obrigada!
Vou dar um giro de 360º (como sugere Ronaldo Ésper do PTC) e ao fazer isso, como o próprio giro indica (avise isso ao candidato, por favor) vou voltar ao ponto de origem. Agradeço a dica, vou votar pela continuidade daqueles que têm, realmente, feito algo pelo Brasil.
Aí me perguntam vocês, amigos, o que tem a ver o título deste texto com a política? Tudo. O que não tem a ver são estas pessoas com a política.
Os cabides estão fora do lugar. Tiremos estes do telhado para colocarmos em seus devidos lugares: dentro do guarda-roupa, e se possível, trancados a sete chaves!
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