domingo, 28 de outubro de 2012

5ª Jornada de Letras da FNC: agradecimentos

Tivemos de 22 a 26 de outubro a 5ª Jornada de Letras e ela só foi possível por um conjuntos de esforços. Deste modo, agradeço as turmas que puderam fazer dela um sucesso; em especial as turmas de Letras (matutino e noturno) e Pedagogia (matutino) presentes em minha palestra sobre Jorge Amado. Crianças das Letras (manhã), adorei as apresentações de vocês, arrasaram! 
Agradeço também as turmas de Logística, Administração e Tecnologia da Informação que de forma indireta contribuíram para minha palestra "Linguagem no futebol"; e também aos alunos de Educação Física que a foram ouvir. 
Também não posso deixar agradecer duas amigas: prof. mestre Luciane dos Santos e a jornalista Talita Mochuite por palestrarem respectivamente: "(Hiper) mediação da leitura: do livro ao computador, do computador ao livro" e "A obra de Samuel Beckett". Valeu queridas!
Obrigada acrescento aqui aos demais amigos-professores que engrandeceram a jornada: Allan Rangel, Cibele Verrangia, Pedro Paulo Bogossian e Ediney Gusmão.
Por fim, agradeço ao pessoal do marketing, coordenação (principalmente a de Letras, prof. Valdir Luiz Lopes) e direção.

Abraço a todos!
Profª Juliana Figueiredo.



segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Palhaça idealista

Alguns amigos me chamam de idealista. Penso que sou, não há como ser professor neste país sem ser idealista. Confesso, sou!!

Professor é aquele que não nivela seus alunos por baixo, mas começa por baixo, pois até que eu saiba nenhuma construção se começa pelo topo (ou pelo meio, que seja). Toda construção se inicia, me desculpem o pleonasmo, pelo início. E quando digo início, não é térreo, falo de base, pois é pelo alicerce que se tem construções sólidas.
Deste modo, se começássemos uma construção pelo térreo, talvez até chegássemos a ter o primeiro ou mesmo segundo andar, mas não seríamos muito mais felizes que isto. Professor começa pelo alicerce, pois não culpa o aluno pelo conhecimento que não tem e deveria ter. Professor não finge (ou pelo menos não deveria fingir) que o aluno sabe o que não sabe; não vira as costas para que cada um de seus alunos corra atrás do tempo perdido. Professor acredita no “antes tarde do que nunca”, encara a realidade e ajuda na construção deste alicerce, pois com esta fundação sólida a certeza do sucesso de seus alunos.
E se o Google presta hoje homenagem ao cartunista norte-americano (e não ao professor), não tem problema, é como diz o professor Alamir, no fundo somos todos palhaços (e acrescento... amamos o que fazemos, dar aulas!).

Parabéns professores!

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Gostaria de cumprimentar minha primeira professora: minha mãe, que com seu quarto ano primário ensinava-me montar palavras e somar números. Também minha professora do pré, Alice (escolinha Turma da Mônica, em Osasco); aos do ensino fundamental, em especial a Dona Áurea (profª da 1ª série), senhora dócil e calma, pegava em minha mão para que eu escrevesse as primeiras frases (EEPSG João Larizzatti, também em Osasco);  aos do ensino médio (EE João Kopke, Fronteira/MG), em especial aos professores Miriam e Toninho (ambos de matemática), Selminha (inglês) e Renato (história); aos da graduação (UEL, Londrina/PR), em especial: Alamir e Eduardo (orientadores), e Regina Correa, Telma Gimenez e Rosalita (quem diria, inglês na minha lista!!) ; e aos atuais da FFLCH/USP, especialmente  a Aurora (orientadora) e Iannace (coorientador e prof. da FATEC).
Muito obrigada a todos vocês!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Top musicais

A Nova Brasil FM em sintonia...


  • Vanessa da Mata
    As palavras
  • 02
    Zélia Duncan
    Telhados de Paris
  • 03
    Maria Gadú
    Linha Tênue
  • 04
    Isabella Taviani
    A Canção que Faltava
  • 05
    Zeca Baleiro
    Calma Aí Coração

sábado, 1 de setembro de 2012

Ontem foi agosto

A vida não tem nem é receita. Não podemos dizer "ponha sal a gosto". As vezes ela está sem sal mesmo, toda sem gracinha; outras, parece que caiu o saleiro inteiro nela.

Agosto, a agoto das canções, sempre tão indiscretas, reveladoras, despropositais, tão cheias de sentido, tão tocadas e lembradas na hora errada (ou certa?).

Repertórios a gosto em agosto:

"É incrível, nada desvia o destino, hoje tudo faz sentido e há ainda tanto a aprender. E a vida tão generosa comigo veio de amigo a amigo me apresentar a você" ("Monalisa", Jorge Vercillo).

"E era um cão vagabundo e uma onça pintada (...). Foi mistério e segredo e  muito mais, foi divino brinquedo e muito mais, se amar como dois animais..."("Como dois animais", Alceu Valença).

"O que eu quero é que ela quebre a minha rotina, que fique comigo e deseje me amar..." ("Blá, blá, blá", Lobão).


Canções racionais:
"É só isso, não tem mais jeito, acabou, boa sorte (...). Há um desencontro, veja por este ponto" ("Boa sorte", Vanessa da Matta e Ben Harper)

"Eu não quero guerra, jogo, azar e mágoa, mas a gente é terra fogo, ar e água" ("Perdoa", Pedro Mariano).

No entanto, nem tudo (ou quase nada) é razão:
"Eu mudaria até o meu nome, eu viveria e greve de fome, desejaria todo dia: O MESMO HOMEM!" ("Por você", Barão Vermelho)

"Mas o pior não é não conseguir, é desistir de tentar (...). E se o tempo levar você e um dia eu te olhar e não te reconhecer; e se o romance se destruir, perder sentido e eu me esquecer por aí. Mas nós somos um quandro de Klimt: 'O beijo' para sempre fagulhado em cores. Resistindo a tudo, seremos dois velhos felizes de mãos dadas numa tarde de sol pra sempre" ("Te amo", Vanessa da Matta)

"As palavras saem quase sem querer, rezam por nós dois. Tome conta do que vai dizer. Elas estão dentro dos meus olhos, da minha oca, dos meus ombros. Se quiser ouvir é fácil perceber. Escolha os versos para ser meu bem e não ser meu mal. Reabilite o meu coração" ("Palavras", Vanessa da Matta).

"Amor, meu grande amor, não chegue na hora marcada. Assim como as canções, como as paixões e as palavras (...), pois tudo o que eu ofereço é meu calor, meu endereço, a vida do teu filho desde o fim até o começo..." ("Amor, meu grande amor", Barão vermelho).

Enfim:

"Coração sabe em que direção que seguir na longa estrada, nada, nada, brilha como os olhos de quem ama e chama, inflama o dia, importa a poesia, falta a canção" ("Último post", Zeca Baleiro).

Desligo o rádio.

domingo, 12 de agosto de 2012

Pai... como é grande o meu amor por você!!

Meu gordo lindo,



Eu tenho tanto prá lhe falar
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor por você...

E não há nada prá comparar
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor por você...

Nem mesmo o céu, nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito
Nada é maior que o meu amor, nem mais bonito...

Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar
Como é grande o meu amor por você...

Nunca se esqueça nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você...


Mas como é grande o meu amor por você!..