E o São Paulo foi jogar na casa do adversário e ganhou de presente... Pimenta. Pior é o ter que ouvir o Vanderlei X-burgor dizer que tudo não passa de frescura dos são paulinos. Ah tá, isso quer dizer que o sonho do Murici era mesmo fazer a reunião do intervalo no meio de campo embaixo de chuva. Só o X-burgor mesmo. Pimenta no vestiário do outro é refresco. E sabe por que o São Paulo não ganhou hoje? É porque avisaram ao Adriano que ele não poderia jogar com as mãos, só com os pés. Assim não pode, assim não dá.
domingo, 20 de abril de 2008
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
O melhor da São Silvestre: “Pede pra sair, Galvão”
Já que a onda é pedir pra sair: Pede para sair, Galvão! E viva a São Silvestre! E viva o povo brasileiro! Só mesmo a Desirée para agüentar o homem. Mesmo o pessoal do Pânico em recente visita a Londrina, assustados com tamanha “educação” desistiu de fazê-lo dançar a “dança do siri”. E como diz uma aluna minha: dança do siri “não pode” e completo: “pedir pra sair, pode”.
Que tenhamos uma São Silvestre por semana, são para tantos que o paulistano quer levantar a placa “pede pra sair”. “Ão” global: pedem pra sair!!! Pede pra sair, Galvão! Pede pra sair, Faustão! Até o Renan pediu!!! Forçado, mas pediu!!!
Que tenhamos uma São Silvestre por semana, são para tantos que o paulistano quer levantar a placa “pede pra sair”. “Ão” global: pedem pra sair!!! Pede pra sair, Galvão! Pede pra sair, Faustão! Até o Renan pediu!!! Forçado, mas pediu!!!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Pimenta nos olhos dos outros...
é refresco! O ex-presidente Fernando Henrique não quis acabar com a CPMF no período em que governava o país, mas lutou com unhas e dentes para derrubá-la agora, no governo Lula. FHC sabe a importância do valor arrecado no imposto sobre o cheque e sabe muito bem também que sem os 40 bilhões deste imposto o governo vai ter que rebolar para manter o seu proposto de uma nação com menos diferenças sociais.
Dessa forma, podemos dizer, com toda certeza, que aqueles que lá votaram tinham plena consciência de que estariam prejudicando a nação e, por vingança, num ato infantil não se importaram com o povo brasileiro. Olharam para seus próprios umbigos como se estes fossem o tudo.
Repito, por vingança! Já que deve ser difícil engolir que Lula está fazendo um governo respeitável. Oposição deve existir, caros! Mas lembrem-se que quando um governo vai bem, a nação está bem, não há porque fazer intrigas. A oposição nunca fica sem papel o principal, se não tem o que criticar da então gestão, melhor para o país. Sendo assim, fiscalizem, fiquem de olho – é isto que esperamos.
Portanto, somente quando os “ilustres” deputados caírem na real de que o congresso não é um parque infantil, uma recreação, um divertimento é que terão então, condição de votar algo para a população.
Sugestão para o governo Lula: os cortes terão que ser feitos, proponho que Mantega seja ouvido, comecemos com o Congresso.
Dessa forma, podemos dizer, com toda certeza, que aqueles que lá votaram tinham plena consciência de que estariam prejudicando a nação e, por vingança, num ato infantil não se importaram com o povo brasileiro. Olharam para seus próprios umbigos como se estes fossem o tudo.
Repito, por vingança! Já que deve ser difícil engolir que Lula está fazendo um governo respeitável. Oposição deve existir, caros! Mas lembrem-se que quando um governo vai bem, a nação está bem, não há porque fazer intrigas. A oposição nunca fica sem papel o principal, se não tem o que criticar da então gestão, melhor para o país. Sendo assim, fiscalizem, fiquem de olho – é isto que esperamos.
Portanto, somente quando os “ilustres” deputados caírem na real de que o congresso não é um parque infantil, uma recreação, um divertimento é que terão então, condição de votar algo para a população.
Sugestão para o governo Lula: os cortes terão que ser feitos, proponho que Mantega seja ouvido, comecemos com o Congresso.
Ano Novo, notícias velhas.
Alguns dias sem acessar o blog, mas juro-lhes que não fiquei sem escrever. Escrevi e não postei. Agora... bem... agora, atrasadérrima faço a postagem.
Final de ano agitado, fechamento de notas dos alunos, festa de formatura da minha turma do 3º colegial – turminha que mora no meu coração. Tempos de agitação política também. O ano se finda e ponto final.
Ponto final não! Usemos a vírgula, pois 2008 chegou. Mudança de vida, mudança de cidade, mudanças e mais mudanças. E, não é que em meio a tantas mudanças, muito permanece inalterado. Vai entender esse mundo louco.
Sendo assim, viva a velhas notícias e viva ao Ano Novo! Que tenhamos excelentes dias!!! Tim-tim!!!
Final de ano agitado, fechamento de notas dos alunos, festa de formatura da minha turma do 3º colegial – turminha que mora no meu coração. Tempos de agitação política também. O ano se finda e ponto final.
Ponto final não! Usemos a vírgula, pois 2008 chegou. Mudança de vida, mudança de cidade, mudanças e mais mudanças. E, não é que em meio a tantas mudanças, muito permanece inalterado. Vai entender esse mundo louco.
Sendo assim, viva a velhas notícias e viva ao Ano Novo! Que tenhamos excelentes dias!!! Tim-tim!!!
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
O crime do professor de matemática
"Quando o homem atingiu a colina mais alto, os sinos tocavam na cidade embaixo. Viam-se apenas os tetos irregulares das casas. Perto dele estava a única árvore da chapada. O homem estava de pé com um saco pesado na mão.
Olhou para baixo com olhos míopes. Os católicos entravam devagar e miúdos na igreja, e ele procurava ouvir as vozes esparsas das crianças espalhadas na praça. Mas apesar da limpidez da manhã os sons mal alcançavam o planalto. Via também o rio que de cima parecia imóvel, e pensou: é domingo. Viu ao longe a montanha mais alta com as escarpas secas. Não fazia frio mas ele ajeitou o paletó agasalhando-se melhor. Afinal pousou com cuidado o saco no chão. Tirou os óculos talvez para respirar melhor porque, com os óculos na mão, respirou muito fundo. A claridade batia nas lentes que enviaram sinais agudos. Sem os óculos, seus olhos piscaram claros, quase jovens, infamiliares."
Olhou para baixo com olhos míopes. Os católicos entravam devagar e miúdos na igreja, e ele procurava ouvir as vozes esparsas das crianças espalhadas na praça. Mas apesar da limpidez da manhã os sons mal alcançavam o planalto. Via também o rio que de cima parecia imóvel, e pensou: é domingo. Viu ao longe a montanha mais alta com as escarpas secas. Não fazia frio mas ele ajeitou o paletó agasalhando-se melhor. Afinal pousou com cuidado o saco no chão. Tirou os óculos talvez para respirar melhor porque, com os óculos na mão, respirou muito fundo. A claridade batia nas lentes que enviaram sinais agudos. Sem os óculos, seus olhos piscaram claros, quase jovens, infamiliares."
LISPECTOR, Clarice. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
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