"Me joguei de onde o céu arranha
Te salvando com minha teia
Prazer!
Me chamam de Homem-Aranha
Seu herói!
Hoje o herói aguenta o peso
das compras do mês
No telhado, ajeitando
a antena da tevê
Acordado a noite inteira
pra ninar bebê
Chega de bandido pra prender
de bala perdida pra deter
eu tenho uma ideia
você na minha teia..."
(composição: Jorge Vercillo)
"Homem-Aranha", música de Jorge Vercillo, me remete a ideia que tive quando da criação do meu blogue, de falar de heróis do dia a dia e que, portanto, vivem fora do Olimpo (morada dos deuses); heróis que vivem por aí, que fazem a diferença na vida de outras pessoas. Heróis da vida real.
Certa experiência, nunca antes tida e uma vez experimentada, faz com que nos situemos no mundo, mostra o quão complexo somos; somos ínfimos e
grandiosos. E se o extraordinário acontece, o transcendente só pode ser Deus.
Se hoje choro é porque libero aquele aperto no peito, sufocado pela intuição,
pelo pressentimento, pelo "sentir ou sofrer influência de coisa que se não vê ou que está muito longe = PRESSAGIAR" (aqui na forma poética, como trata o
Priberam, dicionário online).
Imensamente feliz e agradecida ao Senhor, o imediato intuir
me fez buscar a fé (“Estado ou atitude de quem acredita ou tem esperança em
algo”) talvez esquecida e me faz acreditar cada vez mais em Seu poder e em Sua
presença em minha vida.
Esta é a lua de domingo retrasado (16/03/2014), lindíssima! E eu tentando colocar em prática a dica da técnica de tirar foto via espelho, usando o Iphone. Ela era tão magnífica que me fez lembrar a poeta tão magnífica quanto, Cecília Meireles.
Lua adversa
Tenho fases, como a lua Fases de andar escondida, fases de vir para a rua... Perdição da minha vida! Perdição da vida minha! Tenho fases de ser tua, tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm, no secreto calendário que um astrólogo arbitrário inventou para meu uso.
E roda a melancolia seu interminável fuso! Não me encontro com ninguém (tenho fases como a lua...) No dia de alguém ser meu não é dia de eu ser sua... E, quando chega esse dia, o outro desapareceu...
Adoro "Umbrella", a melodia é linda, dá uma vontade danada de pegar um guarda-chuva e sair dançando. Conta a lenda que os vários fãs de Rihanna, com quem a música estourou, estavam levando seus respectivos guardas-chuvas para os shows, mas como se empolgavam quando a artista começa a cantar, eles, assim como ela, faziam a coreografia (como não tentar fazê-la??), fora proibida a entrada do acessório, uma pena.
Dizem também as más línguas que Marié Digby tenha feito a letra para a Britney Spears, que a negou dizendo não ser seu estilo. Não mesmo, graças a Deus! Assim, Spears perdeu, Rihanna ganhou e nós também ganhamos, pois o clipe é lindo e sensual.
Mas-porém-todavia-contudo, pouco depois de gravar "Umbrella", Rihanna partiu para gravar "Shut up and drive", vulgar no último, podre demais. Se bem que o vulgar também tem lá suas belezas. A dela provavelmente está no sapato de onça de sola vermelha (eu quero!! rs)
Por fim, "Don´t stop the music": "Do you know what you started / I just came here to party / But now we´re rocking o the dance floor / Acting naughty / Your hands around my waist / Just let the music play / We´re hand in hand / Chest to chest / And know we´re face to face"